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Arquivo: História

27 ago/10

Lula e as Camisas!

Mais uma camisa para o Lula. O Presidente é pé quente, continuem dando camisas Coloradas para ele. Segundo nosso levantamento, agora são 10 em 7 anos.

Te prepara Luís Inácio! No final do ano tu vais receber mais uma!

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25/08/2010

29/07/2010

12/01/2009

06/11/2008

17/01/2007


20/12/2006

30/07/2006

05/04/2005

17/09/2003

25 ago/10

Avaí 0 x 1 Inter

Foto: Ag. Estado

É gritande a diferença entre o time da última rodada e este que esteve em campo hoje, a superioridade é indiscutível. O Colorado jogou como se estivesse em casa, dominou a maior parte do jogo e mesmo com uma homem a menos durante os 28 minutos finais mostrou que não está para brincadeira e quer conquistar, também, o Brasileirão (só que alguém tem que segurar o Flu).

Apesar de toda a superioridade citada acima, o time pecou errando alguns lances básicos. D’Alessandro, jogou muito, mas foi um dos que mais erreram passes.

Taison, em sua despedida, não mostrou muita coisa, mas valeu pela correria. Agora, vá com Deus e aproveita a neve. Quem sabe um dia o Inter busca esse guri de volta.

Não podemos deixar de citar Índio, o autor do gol, zagueiro artilheiro que entrou para história do Clube superando Dom Elias. Agora o zagueiro, além de ser o jogado que mais ganhou títulos no Inter nos últimos anos é artilheiro histórico, são 27 gols no total, só contra o Grêmio foram 5!

25 ago/10

Voto por correspondência

O Conselho Deliberativo do S. C. Internacional, em Reunião Extraordinária na noite de 24/08, aprovou de forma UNÂNIME as novas regras para as eleições do Clube, que serão realizadas até o final do ano de 2010. Com as alterações os sócios colorados, razão de existir do Clube, agora poderão realizar o VOTO POR CORRESPONDÊNCIA, com toda a segurança. A nova forma evitará filas, custos maiores e, principalmente, facilitará a participação de cada um, independentemente de seu domicílio. O sistema já foi testado por outras instituições, com êxito e confiabilidade. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT estará integrada ao processo eleitoral, viabilizando o controle da circulação dos envelopes com as cédulas, de maneira transparente, em que cada sócio poderá acompanhar. É mais uma forma do Clube se aproximar do sócio, chamando-o a participar.

Afinal, com quase 60.000 sócios aptos a votarem, estaremos diante da maior eleição de um clube de futebol no Brasil – em todos os tempos!

23 ago/10

Depois de 29 anos…

Eu nasci em 1981. Ano em que o Grêmio conquistava o seu primeiro título nacional, mas que ainda era pouco, perto dos três títulos nacionais que o Inter já havia conquistado, um deles invicto. Mas passados dois anos, o Grêmio viraria este jogo ganhando uma Libertadores e um Mundial, títulos que eles adoravam jogar na nossa cara que não tinhamos.

Para mim, o futebol começou a existir em 1990. Ano em que o Inter se livrou do rebaixamento na última rodada e o Grêmio era hexacampeão gaúcho. Após minha “iniciação” ao futebol, parecia que a vida dos colorados ia mudar. No ano seguinte, retomamos o Gauchão e o Grêmio caiu para a segunda divisão. Em 92, ganhavamos a Copa do Brasil e o bi Gaúcho. Como era bom ser colorado naquela época.

Mas aí veio o período negro: eliminação na primeira fase da Libertadores em 93, Grêmio campeão da Copa do Brasil em 94, bi da América em 95, Recopa em 96, Copa do Brasil em 97, sem falar na nossa incapacidade de conseguir montar um time bom, salvo os times de 95 e 97 que quase chegaram nas finais do Brasileirão.

A rotina era o Inter ficar no meio da tabela, se contentar com um Gauchão, uma vitória em Gre-Nal de vez em quando. Durantes os anos de 93 e 96 frequentei o Beira-Rio com a parca esperança de sair de lá vencedor. Nem em casa empunhamos respeito. Até que perdi a paciência e larguei o Inter. Resolvi deixar a paixão de lado e ser mais racional, afinal existia vida sem futebol.

Não vou dizer que fiquei alheio depois disto, mas não parava tudo por causa do Inter como fazia antes. Não chorava quando o Inter perdia, nem quando o Grêmio ganhava. Vi o Inter quase cair duas vezes (99 e 02) e o Grêmio ganhar uma Copa do Brasil com bastante indiferença.

Mas aí veio o ano de 2003. A virada no Gre-Nal do meu aniversário, o bi Gaúcho, a quase classificação para a Libertadores, a primeira Sul-Americana. O ano seguinte passaria em branco se não fosse pela chegada de Fernandão, seu gol 1.000 no Gre-Nal e o rebaixamento do Grêmio.

E então veio 2005. O tetra emocionante na prorrogação contra o XV de Novembro começava a reascender a paixão. A reta final do Brasileirão, a indignação pela anulação dos 11 jogos, me colocou de novo em sintonia com o Inter.

Desta vez mais maduro, encarei a Libertadores 2006 como uma redenção para 1993. Queria primeiro ganhar uma e a vitória já veio no segundo jogo. Queria avançar de fase e conseguimos. Título? Era um sonho distante, uma idéia longínqua pela insegurança que eu (e muitos colorados) sempre tivemos pelos fracassos do passado. Mas, então, fomos avançando, jogo a jogo, batalha a batalha, até o primeiro jogo do Morumbi.

Chegar à final já era um marco para mim. Quando fizemos 2 x 0, eu não acreditava no que via: o meu colorado estava conquistando a América. O jogo de volta no Beira-Rio, só confirmou o grande feito. No final do ano, a emblemática vitória sobre o Barcelona, digna de DVD, colocava o Inter no topo do mundo, um lugar onde nunca imaginei que chegaríamos depois de tudo que passamos.

Mas não adiantava tudo isto. O Grêmio ainda tinha outra Libertadores. Faltava este título para lavarmos a nossa alma, mesmo que eles tenham caído duas vezes para a Série B e nós não. Em 2007 tivemos a chance de buscar o bi, mas caímos logo na primeira fase, resultado de um mau planejamento. Mas podia ser pior, o Grêmio só caiu na final. Imagina se eles levam a terceira naquele ano? Todo o trabalho de 2006 para nada!!! Seria muita injustiça…

Em 2008 parecia que retomávamos o prumo. Depois de reconquistar o Gauchão fazendo 8 a 1 no Juventude, o Inter titubeou um pouco, mas com a volta de Fernando Carvalho (na mesma época também virei sócio) o rumo das vitórias voltou.

No final do ano tivemos a inédita Sul-Americana. O Inter seguia no cenário internacional e se tornava o CAMPEÃO DE TUDO. Em 2009, ano do centenário, além de chegarmos em todas as finais que disputamos, eu também resolvi voltar a frequentar o Beira-Rio. Deixei de lado o medo de pé-frio da década de 90 e, apesar de estar morando em São Paulo, sempre que estava em Porto Alegre, dava um jeito de ir ao Gigante e apoiar o colorado.

Chega 2010 e a disputa de mais uma Libertadores e todas as coincidências já comentadas com 2006. Consegui conciliar minha agenda para assistir a vitória de 3 x 0 sobre o Deportivo Quito, o jogo que selou a classificação para as oitavas. Não acreditava na vitória contra o Banfield, então nem fui. Não consegui ingresso para o jogo com o Estudiantes, mas contra São Paulo e Chivas, eu estava lá. Gritando, vibrando e  incentivando o meu colorado.

E no final, fui premiado: pela primeira vez na minha vida, eu estava no Beira-Rio vendo o colorado ser campeão. A sensação foi indescritível. Um misto de alegria, emoção, perplexidade, realização, enfim, não há palavras que descrevam o que eu senti e, aliás, acho que a ficha ainda não caiu pra mim.

Pensei nos jovens colorados que estão no colégio hoje. Eles não terão que aguentar o que eu aguentei. Ouvir corneta de gremista e não ter argumento para encerrar o assunto por cima. É claro que tenho amigos gremistas, mas agora a gozação é mais sadia, mais madura, mas ainda é corneta!

Ser bicampeão da América não mudou em nada a minha vida. Sigo trabalhando no mesmo lugar, com as mesmas contas para pagar, morando no mesmo apartamento do Brooklin Novo, mas sei lá, tem algo diferente. Acho que a sensação é de dever cumprido. Agora temos duas Libertadores também. Agora eu não tenho mais que ouvir do amigo gremista que somos o “Sport Club 2006″ ou o “Inter Caldas”. O Internacional é INTERNACIONAL sim. Ele veio para ficar. E, se Deus quiser, ainda teremos muitos anos vitoriosos pela frente.

Demorou, mas o bicampeonato da América veio. Pra mim levaram 29 anos… mas posso dizer: valeu a pena!
VAMO, VAMO, INTER!!!! PRA SEMPRE EU VOU TE AMAR!!!!

ps.: desculpem o texto longo, mas não deu pra resumir mais a história :)

20 ago/10

Incrível!

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