Assine por e-mail

Receba os artigos do VVI por e-mail

Arquivo: Libertadores

2 set/10

Absoluto

ABSOLUTO – Inter, Bicampeão da Libertadores, é o novo filme oficial do Inter sobre a conquista do bicampeonato, produzido pela G7 Cinema, com direção de Vicente Moreno e roteiro de Luís Augusto Fischer.

O filme que sairá em cinema será feito por colorados e para colorados, com a pretensão de contar mais esse feito na história de um clube já centenário.

Todos os colorados estão convidados a contar suas histórias através do endereço www.filmeabsoluto.com.br. Os autores dos melhores depoimentos serão convidados a participar do filme, contando suas histórias. Além disso, o torcedor escolherá o pôster oficial do filme, votando em uma das quatro opções disponíveis no site. Vídeos sobre a grande conquista, também poderão ser enviados pelos torcedores e os melhores estarão presentes na nova produção colorada.

Com previsão de lançamento para novembro, ABSOLUTO – Inter, Bicampeão da Libertadores, será o quinto filme sobre o Internacional produzido pela G7 Cinema, a única produtora de cinema brasileira a levar filmes sobre times de futebol para o circuito comercial de cinema e para rede nacional de TV.

28 ago/10

Como é bom ser Colorado!

27 ago/10

Lula e as Camisas!

Mais uma camisa para o Lula. O Presidente é pé quente, continuem dando camisas Coloradas para ele. Segundo nosso levantamento, agora são 10 em 7 anos.

Te prepara Luís Inácio! No final do ano tu vais receber mais uma!

Links Relacionados:
Centenário: Presidente Lula ganha Camisa Alusiva
Lula, Copa e Camisas

25/08/2010

29/07/2010

12/01/2009

06/11/2008

17/01/2007


20/12/2006

30/07/2006

05/04/2005

17/09/2003

23 ago/10

Depois de 29 anos…

Eu nasci em 1981. Ano em que o Grêmio conquistava o seu primeiro título nacional, mas que ainda era pouco, perto dos três títulos nacionais que o Inter já havia conquistado, um deles invicto. Mas passados dois anos, o Grêmio viraria este jogo ganhando uma Libertadores e um Mundial, títulos que eles adoravam jogar na nossa cara que não tinhamos.

Para mim, o futebol começou a existir em 1990. Ano em que o Inter se livrou do rebaixamento na última rodada e o Grêmio era hexacampeão gaúcho. Após minha “iniciação” ao futebol, parecia que a vida dos colorados ia mudar. No ano seguinte, retomamos o Gauchão e o Grêmio caiu para a segunda divisão. Em 92, ganhavamos a Copa do Brasil e o bi Gaúcho. Como era bom ser colorado naquela época.

Mas aí veio o período negro: eliminação na primeira fase da Libertadores em 93, Grêmio campeão da Copa do Brasil em 94, bi da América em 95, Recopa em 96, Copa do Brasil em 97, sem falar na nossa incapacidade de conseguir montar um time bom, salvo os times de 95 e 97 que quase chegaram nas finais do Brasileirão.

A rotina era o Inter ficar no meio da tabela, se contentar com um Gauchão, uma vitória em Gre-Nal de vez em quando. Durantes os anos de 93 e 96 frequentei o Beira-Rio com a parca esperança de sair de lá vencedor. Nem em casa empunhamos respeito. Até que perdi a paciência e larguei o Inter. Resolvi deixar a paixão de lado e ser mais racional, afinal existia vida sem futebol.

Não vou dizer que fiquei alheio depois disto, mas não parava tudo por causa do Inter como fazia antes. Não chorava quando o Inter perdia, nem quando o Grêmio ganhava. Vi o Inter quase cair duas vezes (99 e 02) e o Grêmio ganhar uma Copa do Brasil com bastante indiferença.

Mas aí veio o ano de 2003. A virada no Gre-Nal do meu aniversário, o bi Gaúcho, a quase classificação para a Libertadores, a primeira Sul-Americana. O ano seguinte passaria em branco se não fosse pela chegada de Fernandão, seu gol 1.000 no Gre-Nal e o rebaixamento do Grêmio.

E então veio 2005. O tetra emocionante na prorrogação contra o XV de Novembro começava a reascender a paixão. A reta final do Brasileirão, a indignação pela anulação dos 11 jogos, me colocou de novo em sintonia com o Inter.

Desta vez mais maduro, encarei a Libertadores 2006 como uma redenção para 1993. Queria primeiro ganhar uma e a vitória já veio no segundo jogo. Queria avançar de fase e conseguimos. Título? Era um sonho distante, uma idéia longínqua pela insegurança que eu (e muitos colorados) sempre tivemos pelos fracassos do passado. Mas, então, fomos avançando, jogo a jogo, batalha a batalha, até o primeiro jogo do Morumbi.

Chegar à final já era um marco para mim. Quando fizemos 2 x 0, eu não acreditava no que via: o meu colorado estava conquistando a América. O jogo de volta no Beira-Rio, só confirmou o grande feito. No final do ano, a emblemática vitória sobre o Barcelona, digna de DVD, colocava o Inter no topo do mundo, um lugar onde nunca imaginei que chegaríamos depois de tudo que passamos.

Mas não adiantava tudo isto. O Grêmio ainda tinha outra Libertadores. Faltava este título para lavarmos a nossa alma, mesmo que eles tenham caído duas vezes para a Série B e nós não. Em 2007 tivemos a chance de buscar o bi, mas caímos logo na primeira fase, resultado de um mau planejamento. Mas podia ser pior, o Grêmio só caiu na final. Imagina se eles levam a terceira naquele ano? Todo o trabalho de 2006 para nada!!! Seria muita injustiça…

Em 2008 parecia que retomávamos o prumo. Depois de reconquistar o Gauchão fazendo 8 a 1 no Juventude, o Inter titubeou um pouco, mas com a volta de Fernando Carvalho (na mesma época também virei sócio) o rumo das vitórias voltou.

No final do ano tivemos a inédita Sul-Americana. O Inter seguia no cenário internacional e se tornava o CAMPEÃO DE TUDO. Em 2009, ano do centenário, além de chegarmos em todas as finais que disputamos, eu também resolvi voltar a frequentar o Beira-Rio. Deixei de lado o medo de pé-frio da década de 90 e, apesar de estar morando em São Paulo, sempre que estava em Porto Alegre, dava um jeito de ir ao Gigante e apoiar o colorado.

Chega 2010 e a disputa de mais uma Libertadores e todas as coincidências já comentadas com 2006. Consegui conciliar minha agenda para assistir a vitória de 3 x 0 sobre o Deportivo Quito, o jogo que selou a classificação para as oitavas. Não acreditava na vitória contra o Banfield, então nem fui. Não consegui ingresso para o jogo com o Estudiantes, mas contra São Paulo e Chivas, eu estava lá. Gritando, vibrando e  incentivando o meu colorado.

E no final, fui premiado: pela primeira vez na minha vida, eu estava no Beira-Rio vendo o colorado ser campeão. A sensação foi indescritível. Um misto de alegria, emoção, perplexidade, realização, enfim, não há palavras que descrevam o que eu senti e, aliás, acho que a ficha ainda não caiu pra mim.

Pensei nos jovens colorados que estão no colégio hoje. Eles não terão que aguentar o que eu aguentei. Ouvir corneta de gremista e não ter argumento para encerrar o assunto por cima. É claro que tenho amigos gremistas, mas agora a gozação é mais sadia, mais madura, mas ainda é corneta!

Ser bicampeão da América não mudou em nada a minha vida. Sigo trabalhando no mesmo lugar, com as mesmas contas para pagar, morando no mesmo apartamento do Brooklin Novo, mas sei lá, tem algo diferente. Acho que a sensação é de dever cumprido. Agora temos duas Libertadores também. Agora eu não tenho mais que ouvir do amigo gremista que somos o “Sport Club 2006″ ou o “Inter Caldas”. O Internacional é INTERNACIONAL sim. Ele veio para ficar. E, se Deus quiser, ainda teremos muitos anos vitoriosos pela frente.

Demorou, mas o bicampeonato da América veio. Pra mim levaram 29 anos… mas posso dizer: valeu a pena!
VAMO, VAMO, INTER!!!! PRA SEMPRE EU VOU TE AMAR!!!!

ps.: desculpem o texto longo, mas não deu pra resumir mais a história :)

20 ago/10

Incrível!

Related Posts with Thumbnails

PRÓXIMOJOGO

BLOGPLAYERS

ARQUIVOS